sexta-feira, 25 de dezembro de 2015
Procurandon Nemon
Lia pediu para ver a história de Nemon. Sabe, aquela história que o homem pega o Nemon e leva ele embora e aí o papai do Nemon vai com a amiguinha Doriana salvar ele do aquareon.
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015
Vira um passarinho
![]() |
| funchap.com |
- Tudo é possível?
- Sim.
- Quer dizer que é possível você virar um passarinho agora mesmo e sair voando?
- éééér...sim. É possível.
- Então vai, vira aí um passarinho.
(silêncio)
- Eu não posso.
- Então não é possível.
Até hoje me lembro de uma aula de filosofia que assisti na 4ª série. Durante um hiato de 6 meses em que viemos viver no Brasil, fui colocada em uma escola de freiras onde, vocês podem imaginar, a educação era bem tradicional. Por sorte foram só 06 meses. Durante essa aula, o professor foi de aluno em aluno com a seguinte pergunta: Você acha que tudo é possível?
E eu me lembro que todos nós, sem exceção, dissemos que sim. E ele pediu para justificarmos e houve uma explosão de justificativas lindas de crianças de 11 anos. Aí então ele foi de aluno em aluno, perguntando novamente se tudo era possível. Mediante as respostas afirmativas, ele voltava com "Quer dizer que é possível você virar um passarinho agora mesmo e sair voando?". O que responder? Oras, para não perder a moral, responde que sim! E aí o professor volta com "Então vai, vira aí um passarinho". E todos os alunos, todas aquelas crianças de 11 anos, que acreditavam sinceramente que tudo era possível, no auge da fertilidade de suas imaginações, se viram obrigados a dizer que não era possível.
Eu não me lembro do restante da aula, não lembro qual era o objetivo que ele tinha de discussão e muito menos o que aprendi de positivo nesse dia. Lembro que, depois disso, virou uma febre na sala de aula de dizer que as coisas não eram possíveis. As brincadeiras, por um tempo, deixaram de ser fantasiosas e viraram duras e reais, baseadas em o que era plausível. Foram meses até que se abrandassem e voltassem a ser relativamente mirabolantes.
Durante muito tempo pensei nessa pergunta, ainda criança, e fiquei imaginando maneiras de virar um passarinho para provar a ele que ele estava errado. Que tudo era, sim, possível. Porque na imaginação de uma criança, tudo é possível. E isso não é assunto para professor questionar jamais.
Por essas e outras nós já sabíamos que Lia não estudaria em uma escola tradicional. Tirando essa experiência, eu tive a sorte de passar meu ensino fundamental sempre em escolas alternativas. Giba não teve tanta sorte e passou a vida detestando ir à escola, sofrendo com a falta de incentivo criativo dentro do sistema de ensino e se desinteressando por tudo que viesse desse ambiente. Ele, que hoje vive com o nariz colado dentro de livros e faz mestrado em Letras, até o final da adolescência destetava ler. Quer dizer, de que adianta essa ansiedade toda pra ensinar as crianças a lerem com 02 anos de idade se de ali em diante vai virar uma obrigação e não um prazer? E de que adianta passar no vestibular - foco-mór da vida desde que se entra no maternalzinho - se se passou 16 anos vivendo infeliz? Aprendeu o que pra vida?
Isso sem falar no desrespeito total à individualidade e ao tempo de de cada aluno (até parece que nasce todo mundo com o cérebro de fábrica que absorve tudo no mesmo ritmo e frequência), ao estresse que se impõe com as avaliações, ao desamparo do sistema, à indiferença do corpo docente, à falta de inclusão dos que não acompanham o padrão imposto pelas escolas. Resulta em? Um monte de gente insegura e insatisfeita com a vida, que precisa esperar anos para ter o direito de se descobrir. Que precisa de um tempo para respirar e pensar no que querem. Que precisam se dar o direito de se inventar e reinventar porque, bicho, passar esse tempo todo comparado e forçado a ser igual a todo mundo não é fácil. Às vezes tem os que descobrem mais tarde que querem ir pra faculdade, outros que descobrem que nunca quiseram, outros que precisam sair do país para se encontrar. Não importa quando ou como, o importante é buscar se realizar. Mas bem que eles podiam ter o direito de fazer isso durante a escola, né não?
Haja culhão pra lidar com tanta caixinha de ferro.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015
Confiança é uma arte
Dia desses eu estava procurando um texto para me sentir
melhor após o que só poderia ser descrito como um ataque de nervos. Um assunto
levou a outro e me deparei com um especificamente que falava sobre a
experiência de relacionamento de uma mulher com um de seus namorados. Ela se intitulava
de conflituosa e complicada, sempre encontrando problemas em seu
relacionamento, explodindo de fúria e depois se sentindo culpada pois
acreditava que era tudo uma tempestade criada por ela. Creiam que eu me
identifiquei com ela.
Mas não me vi atualmente, e sim antigamente.
Uma pessoa que, em todos os seus relacionamentos
interpessoais, se sentia responsável por criar os conflitos internamente e
descontá-los nos outros. Sempre a pessoa que pedia desculpas primeiro, morrendo
de ansiedade para que aquele mal-estar acabasse. Sempre acreditando que estava
errada ou exagerada. Em alguns momentos eu realmente estava muito errada, mas
nós não estamos falando de uma pessoa com visão crítica de situações em que se
via errada e outras na razão. Estamos falando de TODAS as situações eu me vendo
errada. Com o passar do tempo, aprendi a dominar meus sentimentos de raiva,
injustiça ou ciúmes e não expô-los. Como aquela moça no ônibus, aprendi a viver
em uma aparente indiferença, inabalável e sempre positiva. Escutava
pacientemente as reclamações e, muito calma, me desculpava por incômodos. Fazia
o possível para não guardar rancor.
Depois de um tempo, comecei a acreditar que as ações dos
outros eram fruto de posturas minhas, e me sentia culpada pela dor que essas
pessoas me faziam sentir. E me sentia culpada porque supostamente havia
provocado essa ação por parte delas. Mas, quem olhasse, não via isso. Do lado
de fora eu era imbatível e segura. Por dentro, estava sempre desmoronando. Comecei a ranger os dentes enquanto dormia e a
ter sonhos cada vez mais violentos. Roía as unhas e a pele dos dedos e também
mordia a bochecha por dentro da boca. Em um dado momento, cheguei a desenvolver
gastrite e notei que meu cabelo estava caindo mais do que o normal. Quem mais
sofreu com isso foi minha mãe, que muitas vezes recebia reações
desproporcionais, fruto de inúmeros estresses reprimidos. Como boa mãe, nunca
deixou de me amar por isso, mas teve muita preocupação. Também me reprimia um pouco, certamente porque
vivia escutando gritos em cima de gritos, e me perguntava onde estava aquela
criança educada que nunca levantava a voz. Essa criança estava ocupada sendo
educada com o resto do mundo.
Resultado: eu mesma não me aguentei e fiz terapia. E foi
preciso muitas horas de conversa para começar a me sentir confortável com meus
sentimentos e confiante em mim mesma. O primeiro embate que eu tive com um
namorado e precisei segurar o tranco para não ceder à pressão de me desculpar e
acabar logo a briga foi um inferno para mim. Poucas coisas poderiam ser menos
confortáveis. Aos poucos, fui me sentindo menos ameaçada pela raiva que poderia
elucidar nas pessoas. Comecei a internalizar que precisava tomar meu próprio
partido e defender minhas causas.
Comecei a me preocupar menos com ser educada
e mais com ser confiante. Às vezes chegava até a ser grosseira. E comecei a me sentir melhor. Notei que diálogos
funcionam melhor do que ficar calada, mesmo que sejam desconfortáveis. E
encontrei uma força para me impor onde achar necessário. Parei de me vitimizar
para mim mesma e assumi uma postura de auto respeito.
E depois veio Lia, e minha coragem a autoconfiança cresceu
em milhares de porcentos. Seja pela consciência sobre humana que eu tenho de
que preciso ser um exemplo para ela, seja pelas mudanças que ela trouxe em mim.
Não sei se, sozinha, ela teria sido cura para minha passividade, mas acredito
que sim. Essa transformação de mulher para leoa quando se vira mãe é chocante.
De toda forma, sou feliz que não esperei até Lia para mudar minhas atitudes. Feliz
que já havia eliminado muitas das minhas dúvidas em relação a mim mesma quando
ela veio ao mundo.
Às vezes as pessoas ainda estranham. E eu sou bem feliz em
poder dizer que isso não me incomoda nem um pouco. Hoje em dia, não tem
vergonha no mundo que me faça poupar uma reclamação. Ainda existe medo em me
sentir culpada ou errada, mas ele fica bem mais distante. Às vezes saio tão abalada de confrontos que me tranco no banheiro e começo a chorar. Mas não recuo. Cansei de carregar
anseios e receios e cansei muito de fazer meu corpo passar por tensão reprimida.
Quando penso nessa parte de mim, me pergunto se é
uma questão de gênio ou se foi falta de incentivo enquanto estava crescendo.
Talvez um pouco dos dois. E me pego sempre preocupada em mostrar a Lia que ela
pode, e deve, se defender sempre. Principalmente por ser mulher, a imposição
contra o abuso – físico, psicológico, moral - deve ser constante. Mas como é delicado esse equilíbrio! Ensinar a
uma criança que ela precisa respeitar a vulnerabilidade do próximo, contanto
que não esteja agredindo ela de qualquer forma. Ajudar ela a controlar a
brabeza em alguns momentos mas preservá-la em seu cerne durante toda a vida. O
resultado de apagar esse fogo pode ser devastador.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2015
Ciumentando
Minha menina anda crescida. Já come sozinha, passa xampu
sozinha e reclama sozinha também. Certo
dia estava ajudando a avó a dobrar paninho quando ouviu o telefone tocando. A
avó atendeu, e entre papos e risadas soltou o nome da amiga que estava do outro
lado da linha. Cecília. Minha menina, sempre atenta, se voltou para a avó e com
a voz toda braba reclamou: NÃO! Cecília é MINHA amiga!
A avó explicou, “Não, querida. É outra amiguinha. Essa
Cecília é de vovó”. Não houve acordo. Chateada e possessiva, saiu do quarto e
passou resmungando pela cozinha. Atravessou o quintal e chegou à nossa casa,
onde encontrou o pai. Encarou-o e disse com firmeza, “Cecília é MINHA amiga!”.
O pai, sem entender, apenas concordou e assistiu enquanto
ela apanhou o telefone e demandou: “Liga aqui pra Cecília”.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Sobre delicadeza
Caminhando para casa, parei em uma praça e vi um casal de
jovens sentados em um banco. Em dado momento, pararam de se beijar graças a um telefone tocando. Era do jovem, uma outra menina. Fiquei sabendo graças à
saudação calorosa que ele estava berrando aos quatro ventos. E vi também a
expressão rápida, quase imperceptível, de dor física que a jovenzinha que estava
com ele soltou involuntariamente. Em uma fração de segundo ela se recuperou e ninguém
no mundo poderia desconfiar que estava sentindo algo. Sua expressão era de
normalidade total, um ar de feliz indiferença. Levantou-se, comprou uma água e voltou para o
banquinho. Ele havia acabado a conversa. Com um sorriso no rosto, ela perguntou
quem tinha sido. Ele respondeu, ela sorriu, ele abriu o celular para checar se
havia recebido mensagem. Vi ela se controlar para não olhar e forçar a cabeça
para o lado oposto com uma naturalidade incrível, enquanto tomava um gole de
água. Ele guardou o celular e voltaram aos amores. Logo tocou novamente, era
outra mensagem. Não fiquei para ver o desenrolar, mas imagino que ela tenha continuado
com sua segura naturalidade. Por chance, ela acabou na mesma parada e subiu no mesmo ônibus que
eu. Estava com um olhar oco, como quem está arrancando farpas de dentro da pele
e sofrendo com cada puxada de ar. Não estava chorando, mas estava visivelmente
triste. Passei a viagem inteira olhando para ela.
Me vi nessa menina. Hoje em dia, olho e vejo todos nós nela.
Os sofrimentos calados, a leveza forçada, todo um mecanismo de convencer ao
público e a nós mesmos que não somos afetados por mediocridades.
Ao primeiro olhar, as pessoas parecem normais e completas,
sem traumas e sem dores, esbanjando confiança e felicidade. Uma multidão de
pessoas bem resolvidas, com relacionamentos saudáveis, milhares de amigos, zero
preocupações e absolutamente nenhuma dívida. Um mundo de pessoas fortes, que
não levam desaforo para canto nenhum. Pelo contrário, retrucam e saem de
confrontos totalmente desabaladas.
Essa persona é fácil de encarnar. Basta colocar um sorriso
no rosto (irônico ou não), menosprezar tudo e fingir que nada pode magoar você.
Você é blasé, você não se afeta, tudo bate no seu couro e faz cócegas. E a
grande maioria de nós utiliza desses recursos para viver, supostamente, com o
mínimo de cicatrizes emocionais possível. Se resguardando da vergonha, da
exposição, desse sentimento de nudez da alma.
Essa persona pode parecer que facilita a vida. Nos exime da
vulnerabilidade do ser. De mostrar nossos conflitos, inseguranças, usar o
coração na manga e deixar os sentimentos transparecerem. Mais fácil do que se
deixar sentir em público.
Mas não deveríamos querer fugir da nossa vulnerabilidade. Nossa
humanidade é imperfeita, precisamos dessa falta de lapidação. Chorar, sentir
raiva, sentir amor, sentir alegria com besteirinhas, esses e mais centenas de
sentimentos que precisam ser repreendidos dia após dia são, na verdade, o que
dá o sabor à experiência de viver. Ser emocionalmente desapegado não é benéfico
para si e para o mundo que olha para você. Talvez pensar quinze vezes antes de
falar o que sente não seja o melhor conselho. Talvez falar o que está
sentindo e esperar a reação sincera – positiva ou negativa – seja a
melhor opção.
Não é a mais fácil, mas é a melhor. E nem todos vão aceitar. Pessoas se
assustam, não sabem como reagir e aproveitam a oportunidade para se
sentirem superiores. Como se um sentimento fosse passível de tornar uma pessoa
ridícula. Nenhum ser humano é ridículo. Ou melhor, nós todos somos
ridículos. Não precisamos sentir vergonha disso.
Talvez a fortaleza emocional dos filhos que queremos criar
esteja incutida nessa liberdade para sentir, expressar e se expor sem medo de
sermos vistos como fracos. Crianças conectadas com seus sentimentos se tornam
adolescentes mais confiantes e adultos mais corajosos. Pessoas mais generosas e
suaves para com o próximo. Existe uma força que deve ser explorada dentro da
fragilidade de cada um de nós.
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Planos pro futuro
Meus planos pro futuro já estão prontos. Quero me dedicar
mais à minha filha, leva-la ao colégio, busca-la ao fim do dia, dar banho,
preparar todas as suas refeições, brincar, ensinar e pô-la pra dormir. Nas
horas vagas, vou aproveitar o tempo para cuidar da vida, da casa, contribuir
com alguma causa que ache interessante e exercer minha profissão de maneira pro bono. Ocasionalmente fazer um freela
pra não ficar totalmente parada. Quero
casar, viajar com meu marido e rir muito ao seu lado. Quero conhecer o Brasil,
quero conhecer outros países e quero aprender a falar uma língua nova
decentemente. Quero ter mais filhos, de preferência mais dois, uma menina e um
menino. Quero ser aquela mãe que inventa mil e uma atividades durante o dia e
que é a tia preferida dos amiguinhos dos meus filhos. Quero criar crianças
boas, que se importem com as pessoas e que não discriminem aqueles que são
diferentes deles. E que tenham confiança em si para se defenderem e defender
aquilo que acreditam ser correto. Mas que saibam escutar e respeitar outras
visões. Eu também quero me dedicar mais
ao meu casamento. Quero ser aquela mulher que consegue lidar com tudo, resolver
tudo da vida e ainda ter energia pra transar dia-sim-dia-não. E criatividade
sem fim! Também quero aprender a cozinhar e ser aquela que prepara a comida
preferida da família. Quero ter tempo pra ler todos os livros da nossa
biblioteca e ter discussões intelectuais com meu marido à noite, enquanto
fumamos um cigarro e tomamos uma taça de vinho. Nos fins de semana, quero fazer
churrasco com nossos melhores amigos – aqueles que já são da família há décadas
– e assistir aos nossos filhos brincando juntos enquanto tomamos uma cervejinha
e rimos das mesmas histórias que já foram contadas dezenas de vezes. À noite
vamos deixar nossos filhos com uma das avós enquanto saímos pra um barzinho
cult e temos discussões cult com nossos amigos cult. Nesse ponto, os livros da
nossa biblioteca serão úteis. Domingo é dia de almoço em família e talvez um
cineminha no fim da tarde. Quero chegar em casa e colocar as crianças pra
dormir, tomar um banho no meu banheiro grande e limpo, fazer uma esfoliação,
hidratar o cabelo, passar um perfume suave de dormir e colocar meu pijama
organizado. Vamos dar uma olhadinha juntos nos filmes que estão passando já pra
ir planejando nossa noite romântica da quarta-feira, quando sempre vamos jantar
juntos e depois pegar um filme. São muitos anos de convivência, mas ainda não
enjoamos um do outro. Conversamos como velhos amigos, que têm um senso de humor
próprio e uma dinâmica confortável. Não se engane, nós brigamos bastante!
Discordamos, falamos alto, achamos que o outro está completamente louco. Vinte
minutos depois nós fazemos as pazes e rimos de como o outro é teimoso. Eu quero
envelhecer e ter uma cadeira de balanço no terraço, onde vamos ficar sentados
assistindo ao mundo. Quero receber meus filhos e suas famílias para o almoço e
ficar impressionada com a maravilha que são meus netinhos. Quero ser aquela
vovó descolada, que fala palavrão e que admira o avô brincalhão, o favorito dos
netos. Quero dançar a noite inteira no casamento da minha neta. Eu quero morrer sabendo que minha vida valeu a
pena ser vivida.
sábado, 4 de outubro de 2014
Algumas palavrinhas bonitas
Cadália - Sandália
Pipilite - Pirulito
Bumba - Bumbum/bunda
Pitonda - Pitanga
Guaba - Goiaba
Tuala - toalha, que é como ela chama as fraldinhas de pano.
Vesálo - Aniversário
Afoto - fotos (contexto: Eu qué vê mais afoto!)
Pitoié - Picolé
Pipilite - Pirulito
Bumba - Bumbum/bunda
Pitonda - Pitanga
Guaba - Goiaba
Tuala - toalha, que é como ela chama as fraldinhas de pano.
Vesálo - Aniversário
Afoto - fotos (contexto: Eu qué vê mais afoto!)
Pitoié - Picolé
Assinar:
Postagens (Atom)


