sábado, 11 de janeiro de 2014

Começou 2014

Feliz Ano Novo, filha!

Agora estamos em 2014 e você é uma bebezona de um ano e quatro (quase cinco) meses. Seu segundo Réveillon e, mais uma vez, você dormiu. Esse ano você ficou acordada até as 21h. A gente estava em São Paulo, na casa de vovô Pablo e vovó Solange, esperando a chegada de tia Marcelle e tio Capitão, tia Camila, tia Duruca, Sophia e dona Ruth, e você já estava prontinha, banhada e vestida, mas o soninho chegou e você foi direto pra cama.

Foi uma reunião bem legal! Muitos petiscos gostosos, muito vinho e conversas agradáveis. Não sei se porque estávamos no horário de verão - vivendo em Recife, a gente não lida com isso - mas a noite pareceu passar mais rápido. Logo já era meia-noite e papai e eu fomos até o quarto ficar ao seu lado, com medo que os fogos te acordassem. Como no Réveillon anterior, isso não aconteceu. Você nem pestanejou! Queria eu que seu sono fosse tão pesado e tranquilo a noite inteira...rs.

Neném, você vai ler isso com alguns anos de atraso, mas eu quero que você saiba que nós te desejamos um novo ano repleto de coisas boas. Que sua entrada na escolinha seja tranquila e feliz. Que seu desenvolvimento continue nesse ritmo gostoso, sempre avançando mas deixando alguns resquícios do meu bebezinho. Que você aprenda muitas palavras doces, e use todas pra trazer alegria à vida das pessoas. Que aprenda a gostar de novas comidas e a andar sem cair tanto. E que curta muito sua infância!

Nós encaramos um novo ano como uma oportunidade de recomeçar, dar continuidade às coisas boas e repensar aquilo que não nos faz bem. É um marco importante, e não é à toa que tantas pessoas se juntam nessa data para comemorar. Refletir sobre o que querem para suas vidas no ano que está entrando, como podem ser pessoas melhores e como podem ter mais felicidade. Na verdade, o que a gente deveria desejar para nós, e para todos, é paz. Eu desejo isso para você, que sua vida continue na paz.

2013 foi um ano comprido. Não foi um ano fácil para muitas pessoas que nós amamos, e nós passamos uma parte da noite mandando boas energias para que 2014 seja melhor para eles. Para nós, 2013 foi mais ou menos assim (não necessariamente nessa ordem):

- Começamos o ano em uma casinha só nossa, mas, por forças maiores, tivemos que nos mudar. Mas continuamos juntinhos, que é o que importa.
- Compramos um carro. Ele foi roubado no dia 21 de dezembro. Mas calma, a gente tinha seguro.
- Visitamos vovô Pablo e vovó Solange em SP duas vezes. Ambas as vezes você curtiu bastante e nós vamos ter como meta visitá-los ainda mais agora em 2014.
- Vovó Lininha passou algumas semanas doente, mas melhorou e voltou para ficar juntinha de você. Nós somos muito gratos a tudo que ela faz para nos ajudar.
- Vovó Ana ganhou novos alunos e continua trabalhando com crianças com necessidades especiais. Ela é um grande exemplo!
- Você completou 01 ano! E, apesar de não ter uma festa grande, teve vários bolinhos com gente querida.
- Tio Edson, depois de muita luta contra o câncer, descansou. Vocês se adoravam, neném. Saiba que você trazia muita alegria à vida desse cara, que sempre curtiu tanto crianças.
- Flora nasceu. Sua priminha, que você hoje em dia chama de Póia. Nasceu linda, em casa e arrodeada de amor. Em 2013, vocês se encontraram várias vezes pra brincar no parquinho da casa de Tia Méuri. Nem quero imaginar como vão ser as trelas de vocês duas agora em 2014.
- Ágata veio morar conosco. Vocês são super amigas - entre tapas, arranhões e beijos - e você chama ela de Tata. Sério, vocês não conseguem passar uma semana separadas sem entrarem em depressão.
- Papai tomou a decisão de sair de um trabalho que deixava ele estressado e tristinho para seguir o caminho profissional que deixa ele realizado. GRÓRIA A DEUS, vamos ter mais dias bem-humorados em 2014!
- Mamãe trabalhou bastante esse ano, mas teve a recompensa de passar as férias grudadinha em você. E mamãe se formou esse ano também! Você foi para minha defesa do TCC e a colação de grau.
- Você começou a andar e a falar. Ficou ainda mais encantadora!
- Aí você começou a falar e, convivendo com sua amiguinha Dodó, passou a falar com o tom de voz parecido com o dela! Como é isso, gente?! (Mais uma resolução para 2014: ter mais encontros com Dodó e tia Gi!)
- Tio Pel se mudou para Salvador. Vovó Eine começou um novo negócio chamado Mimos da Vovó e arrasou no primeiro bazar de coisas fofas que ela fez. Você interage melhor com sua prima Laninha e, basicamente, idolatra o chão onde ela pisa. É a maior fã de 'Nana', como você a chama. Espero que vocês sejam sempre grandes amigas.

Parabéns por mais um ano delicioso, pequeno neném! <3


terça-feira, 26 de novembro de 2013

Minha guia

Alguns dias eu me sinto como se não existisse mais pedaço algum da pessoa que eu era antes de Lia nascer. Nesses dias, eu fico de luto pelo tempo que tinha e que não usava. Ou pela energia que eu tinha e não sabia. Também pela liberdade e a criatividade. Eu sinto muita falta de sentar e me sentir inspirada pra escrever sobre algo além da maternidade. Ou das minhas frustrações. E olha eu aqui, escrevendo sobre isso novamente. Eu sinto falta de tudo isso, mas hoje, especificamente, eu vim escrever sobre a saudade imensa que eu tenho de sentar ao piano e descarregar meus sentimentos ali. Hoje em dia eu praticamente não toco mais. Meus horários livres são à noite, na hora que Lia está dormindo.

Toda vez que essa saudade bate, eu me prometo que vou arranjar uma hora por dia pra praticar. Essa hora não existe, mas eu argumento comigo mesma que é só uma questão de realocar atividades. Há mais de um ano que essa realocação fica pra depois.  Trabalho, trabalho, trabalho, fico pouco com minha filha. E minha filha vem antes do meu piano.

Tem dias que namoro ele bem muito, sento no banco e ensaio colocar os dedos sobre as teclas. Mas não aperto.  Faço os movimentos que a partitura mandaria e imagino o som saindo dali. Minhas mãos anseiam pra sentir o peso das notas abaixo delas. Olho Ernesto falando comigo, me desafiando: será que ainda consigo tocar o Odeon com a rapidez e destreza que antes? Não consigo.

Nesse momento eu fico bem triste.

E aí escuto um chorinho e o mundo volta ao colorido que havia se perdido no preto e branco da minha saudade. Ela me chama de volta. A menina de olhos vivos. Minha guia. Minha inspiração, meu assunto predileto. A minha obra prima. Minha chama sempre acesa.

Às vezes me perco em mim mesma. Não tenho maiores problemas em admitir isso. Me sinto mais humana. Menos na obrigação de aparentar ser mãe-maravilha. Mais sincera comigo mesma. Mais sincera com minha filha. Talvez porque sendo assim, sincera, eu acho que ela vai entender, e acreditar, que meu amor por ela é maior que qualquer saudade na vida. Tudo, absolutamente tudo, é infinitamente miúdo ao lado de Lia.

Tudo. =)

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Rol de palavras - 14 meses

Mamain - Mamãe
Papai - Papai
Vovoi - Vovó
Uouô - Vovô
Ia - Lia
Queca - Maneca
Tata - Ágata
Uto - Pluto
Taaaaa - Tchau
Mmmmmm mmmmm - Peitinho
Dááá! - "Já"
Aga - Água
Pa - Pato
Ga - Gato
Pán - Pão
Eita! - Eita
Oia - Olha
Nananã - Na-na-ni-na-não
Nhenhem - Neném
Té? - Quer.


Rol de Lindezas (apenas algumas)

U-u-u  - Cantando 'glu, glu, glu, abram alas pro peru.'

Inventa musiquinhas usando as palavras mamãe, papai, vovó e Lia em diferentes entonações.

Manda beijo e dá beijo no nosso corpo.












domingo, 6 de outubro de 2013

Papai

Que todo neném tenha a oportunidade de ter o melhor pai do mundo.

Isso não quer dizer que seja um pai perfeito. Que não cometa erros ou perca a paciência. Mas que seja um pai que está lá pra tudo que for preciso. Tanto pra brincar quanto pra educar. Pra levar pra passear, mas também pra dar banho, dar comida, limpar bumbum e acordar no meio da noite. Que se sinta preocupado quando o neném cai e se machuca - mesmo quando é um machucado tão besta que o próprio neném não chora. Que ajude a prover as necessidades, mas que sonha em poder ficar em casa em tempo integral, pra não perder um segundo da vida dessa criança. Que sofra mais com as vacinas do que o neném, mas que fica lá, firme e forte, segurando e acalentando. Que conversa, dança, canta e faz o maior papel de bobo pra arrancar um sorriso banguelo daquela criaturinha. Que ensina as coisas com o maior amor, inclusive o significado da palavra "não". Que chega em casa cansado, mas sempre tem disposição pra ser pai. Que  não tem medo de falar o quanto ama e que, mesmo que tenha um pouco de dificuldade em abrir mão de alguns aspectos da vida antiga, o faça sem pensar duas vezes.

Que todo neném tenha um papai-herói.




sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Andando

Hoje, dia 06 de setembro, Lia começou a andar completamente sozinha. Até recentemente só se levantava sozinha e dava dois ou três passinhos desequilibrados, mas hoje ela se levantou e começou a caminhar pela casa. Primeiro alguns passos e, com o passar do dia, cada vez mais. Até que agora caminha sozinha, sem precisar se apoiar nas paredes ou móveis.

<3

terça-feira, 3 de setembro de 2013

Novidades dos 12/13 meses

- Está aprendendo a falar. Já fala claramente algumas palavras e balbuceia muitos sons. Com entonações! Você nota quando ela está fazendo uma pergunta, apesar de não conseguir entender absolutamente nada do que ela fala. A gente tenta estimular essas conversinhas, respondendo com perguntas ou comentários genéricos. Pelo menos ela sente que não está sendo ignorada =)

- Agora come bem menos do que há alguns meses atrás. Nosso médico explicou que é porque ela está crescendo num ritmo mais lento, e portanto fica saciada mais rapidamente. Nunca achei que forçar uma criança a comer ajudava em nada, portanto deixamos ela bem livre pra escolher o quanto quer comer e, na maioria das vezes, o que ela quer comer. Não é uma escolha totalmente aberta: nós damos duas ou três opções e ela escolhe a que está com mais vontade. O café da manhã normalmente é iogurte natural ou banana (o de morango é o preferido, seguido pelo de soja+baunilha) e o almoço varia. Ela gosta bastante de purê com molhinho de carne, e antes da refeição sempre temos um legume cozido pra ela mordiscar. Ela já sabe que, de manhã, vai sentar conosco na mesa pra participar do café e sempre, sempre demanda um pedaço de pão (que ela não gosta de engolir, só morder e babar). Continua não sendo muito fã de frutinhas, apesar que começou a aceitar suco de laranja e de acerola. Bolinho só quando é o mais próximo de orgânico possível e sem cobertura/recheio. Bolacha de maizena e de aveia.

- Começou a sonhar <3 Algumas noites elas acorda com os sonhos - seja rindo ou chorando. Deve ser difícil entender a diferença entre realidade e sonhinho....

- Está com uma nova mania de gritar. Às vezes noto que é por frustração (deve ser chato saber o que quer e não conseguir verbalizar), outras vezes é por animação e muitas, muitas vezes é só pra testar a voz. Quando acontece em espaços públicos, tem muita gente que olha com cara feia pra gente. Apenas faço a louca e finjo que não tem nada acontecendo, fico conversando com Lia e cantarolando até ela se distrair e se acalmar. Julia e Gilberto contribuindo para a poluição sonora =(

- Daqui a pouco vai andar sozinha! Agora já se levanta e se baixa com expertise e caminha/corre com uma mãozinha apoiada nos móveis ou segurando nossos dedos. Já levou várias quedas, tá com as pernas tudo roxa e vez por outra aparece um hematoma na testa. Mas está cada dia mais independente, ditando pra onde quer ir e ficando chateada quando desviamos ela do seu caminho.

- É um zoológico ambulante, faz som de tudo quanto é bicho (até a foca!) e balança a cabecinha quando está latindo. O leão virou ainda mais realista, já que agora ela consegue engatinhar e fazer os rugidos ao mesmo tempo.

- Andar na cadeirinha dentro do carro continua sendo um martírio. Metade da viagem eu vou com o peito na boca dela, a outra metade é cantando, brincando e apresentando mil e quinhentos brinquedos (uns que não são nem brinquedos, tipo celular/carteira/chaveiro...)

- A grande diversão de Lia é jogar tudo pra fora do berço (inclusive as almofadas) pra gente apanhar e entregar de volta. Eu acordo e o chão tá recheado de tralha, e a criança tá de pé dentro do berço com a cara mais satisfeita que se pode ter. Esse joguinho foi carinhosamente apelidado por Giba de "Brincadeira do Otário" rs

Eu fico olhando pra Lia crescer e sinto que estamos seguindo um caminho legal. Muitas burradas e continuamos no aprendizado, tentando chegar na maneira que nos sentimos confortáveis (é um processo.), mas sempre com a certeza de que queremos criar nossa filha respeitando seu desenvolvimento. Sem apressar ou retardar e com plena consciência de que ela é um ser humano, acima de tudo. Merece descobrir esse mundão e tentar se tornar quem ela é (pra usar a frase do meu amor) com liberdade e sabendo que os pais dela estarão ao lado dela pra amparar no que ela precisar. =)


sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Um ano de amor

Tanta coisa aconteceu nesse últimos meses e tão pouco tempo para documentá-las por aqui. De tudo, a mais importante não vai passar em branco: Lia completou um ano de vida fora da barriga.

Eu gostaria de escrever algo bonito e significativo, algo que ela pudesse ler todos os anos no aniversário dela e ter a mais absoluta certeza de que ela é a pessoa mais importante no mundo. Já sentei, escrevi, apaguei, escrevi, apaguei e escrevi e apaguei. Nada chega ao nível que eu quero, provavelmente porque eu ando tão zoró que recentemente chamei o berço dela de "lixo" (numa confusão de palavras completamente inocente!). Ainda chego lá, mas hoje quero escrever pra contar pra todo mundo o que esse ano significou pra gente.

Eu reclamo muito que não durmo. Podem ter certeza, eu estou ciente! É meu assunto mais recorrente e não por menos. É absolutamente exaustivo trabalhar, cuidar de uma criança e não ter aquelas oito horas de descanso que todo mundo diz que o ser humano precisa pra estar nos trinques. Durante seis meses, também reclamei da minha dieta de mãe lactante, e dos dentes que estavam nascendo, das vacinas que causam reação, da dificuldade de fazer a criança comer, da saudade quando passo tempo longe dela. Eu reclamei muito! Mas eu espero que, entre esse piripaques nervosos, eu tenha conseguido passar pra vocês o quanto eu amo essa criança.

O amor não veio imediatamente. Claro que eu gostava dela e tinha consciência que aquele bebê era minha filha. Mas aquele amor incondicional, aquela coisa esmagadora que supostamente toda mãe sente pela cria assim que ela pula pra fora de você, aquilo não veio imediatamente. E eu queria muito que alguém tivesse me informado que isso é completamente normal, porque eu me sentia um lixo desnaturado. Olhava pro bebê e pensava "Meu deus, eu não amo minha filha incondicionalmente! EU TENHO PROBLEMAS!". (Sem falar que eu não consegui chamar ela de "filha" até ela completar uns sete meses). Através de muita conversa e leitura, passei a entender que era um sentimento comum. Acho que por isso faço tanta questão de falar a torto e a direito que esse amor a gente desenvolve aos poucos. Futuras mães, vocês não são desnaturadas! Vocês vão amar incondicionalmente seus filhos. Depois de alguns meses...

O amor não veio imediatamente, mas foi construído. E, hoje em dia, não consigo imaginar um amor maior. Vale falar que eu achava a mesma coisa dois meses atrás, e, incrivelmente, eu a amo ainda mais hoje em dia. Daqui a dois meses esse amor vai estar maior e ele vai crescer durante a vida inteira. Mas a cada dia, é o maior amor que existe na minha vida. É a maior pessoa.

Futuras mamães, também é normal ficar deprimidinha depois do parto. Não quer dizer que você esteja com depressão pós-parto, mas, se estiver, também não tem problema! Vai lá falar com seu médico e se cuidar.  É culpa dos hormônios, não é culpa sua. Eu chorava quase toda vez que precisava ficar sozinha com Lia. Eu tinha medo que algo acontecesse, que eu não soubesse cuidar dela, eu tinha até medo dela. Mas fomos nos acostumando uma com a outra, e eu fui notando que bebês não são tão delicados quanto se pensa. Vocês não vão matar seus filhos. Mesmo que eles caiam no chão, vai ficar tudo bem. Você vai se doer mais que eles.

Eu aprendi a ouvir conselhos e agradecer por eles. Alguns eu segui, outros não. No começo, ficava muito ofendida quando alguém me aconselhava a fazer algo de certa maneira. OBRIGADA, EU SOU A MÃE, AGORA VAZA! Hoje em dia, não sei como teria sobrevivido sem alguns conselhos de ouro (Rejane, um beijo pra você!). Tenho muitas, muitas pessoas a quem agradecer por esse ano. Minha mãe, minha sogra, minha Lina, minhas tias, primas, amigas. E a Gilberto. Você mudou minha vida, me deu o privilégio de ser mãe de Lia. Obrigada pela paciência, pelo apoio e por não me julgar pelas burradas ou barbaridades que saem da minha boca.  <3

Lia me ensinou a ser outra pessoa. O clichê: uma pessoa melhor. Mas é verdade. Me ensinou a ser uma pessoa mais responsável, saudável e paciente. Me ensinou o que é amor completo. Me ensinou o que é ter a certeza mais absoluta que você daria sua vida, sua vida todinha, por outra pessoa. E não conseguir lembrar como era a vida antes dela. Ela foi um presentinho cor de rosa que veio de surpresa, mas que sempre foi muito bem vinda. Ela transformou a vida da minha família inteira. Ela traz uma luz especial pras nossas vidas todos os dias. Me dá o privilégio de vê-la crescer e se desenvolver, se tornar um ser humano da melhor qualidade. Quando disserem que uma criança é uma benção, não façam cara de descolado e achem brega. Não tem coisa mais linda no mundo que o primeiro chute, o primeiro choro e o primeiro olhar de um bebê. O nascimento de uma criança é, de fato, uma nova esperança para o mundo. O primeiro ano de uma criança é absolutamente maravilhoso, imagina os anos seguintes!

Lia, estamos ansiosos pra passar o resto de nossas vidas com você :)