1. Consigo diferenciar movimentos de chutes, cotoveladas, mãos e solucinhos.
2. Ganhei minha primeira estria na coxa.
3. Senti um bocado de dor nas costas/pernas/quadril, sinal de que o bebê está começando a encontrar a posição certa pra sair de dentro da barriga.
4. Ganhamos um elefante meigo chamado Lolly, que dividirá um berço com Lia.
5. (Isso eu não descobri sozinha, foi um pouco de conhecimento inútil compartilhado pela minha médica) Lia já percebe a luz. Se a gente apagar todas as luzes e apontar uma lanterna pra minha barriga, ela tenta pegar a luz com a mãozinha.
6. (Isso eu descobri junto com Giba) Lia gosta de dançar. Aproveitamos um momento em que ela estava se mexendo e colocamos o fone de ouvido na minha barriga para ela escutar música clássica e ser inteligente. Ela até que deus uns chutinhos, mas, em geral, ficou bem quieta. Depois colocamos Beatles, Milton Nascimento, U2, Caetano, Bethânia e Pink Floyd. Por ordem de chutes, os preferidos foram: Milton, Pink Floyd, Beatles, U2, Caetano e Bethânia.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Dores de grávida
Até agora não precisei reclamar de absolutamente nada dessa gravidez. Mas hoje eu posso!
Acordei com uma dor chatíssima nos quadris e nas costas, que descia até minha perna, como se alguma coisa estivesse fazendo pressão. Já tentei caminhar, sentar, ficar deitada de barriga pra cima, ficar deitada de lado com um travesseiro nas costas e nas pernas, já recebi massagem, já fiz compressa de água quente, já tomei Tylenol... e nada de melhorar.
De acordo com minha médica, essas dores nas costas/pelve/bacia acontecem com mais da metade das pobres grávidas. Durante a gestação, o corpo produz uma tonelada de hormônios, entre eles um chamado relaxina, que deixa os ligamentos das articulações mais elásticos e com maior mobilidade pra ajudar a passagem do bebê durante o parto. Juntando essas articulações mais frouxas com o aumento de peso, uma modificação na postura e um quadril que precisa começar a se alargar, o resultado é uma grávida dolorida e mal-humorada.
Quero dengo =(
(Ou morfina...)
Acordei com uma dor chatíssima nos quadris e nas costas, que descia até minha perna, como se alguma coisa estivesse fazendo pressão. Já tentei caminhar, sentar, ficar deitada de barriga pra cima, ficar deitada de lado com um travesseiro nas costas e nas pernas, já recebi massagem, já fiz compressa de água quente, já tomei Tylenol... e nada de melhorar.
De acordo com minha médica, essas dores nas costas/pelve/bacia acontecem com mais da metade das pobres grávidas. Durante a gestação, o corpo produz uma tonelada de hormônios, entre eles um chamado relaxina, que deixa os ligamentos das articulações mais elásticos e com maior mobilidade pra ajudar a passagem do bebê durante o parto. Juntando essas articulações mais frouxas com o aumento de peso, uma modificação na postura e um quadril que precisa começar a se alargar, o resultado é uma grávida dolorida e mal-humorada.
Quero dengo =(
(Ou morfina...)
sexta-feira, 25 de maio de 2012
HIV 1 e HIV 2
Como parte do pré-natal, minha médica passou uma série de exames de sangue. 12 tubos depois, eu havia sido testada pra todas as doenças e problemas possíveis. Glicose: ok. Rubéola: imunizada. Contagem de plaquetas: normal. Etc, etc.
Com a promessa - desde fevereiro - de levar esses exames na minha próxima visita à obstetra, fiquei comprometida a imprimir ou apanhar os resultados ainda essa semana. Eis que descubro que o laboratório onde fui drenada de sangue disponibiliza os exames online! É um processo bem simples: você entra no portal do laboratório, fornece o número do seu pedido (que lhe é entregue no momento em que os exames são feitos) e sua senha, baixa o arquivo e imprime pra levar pro médico. Uma maneira bem privada e legal de se obter os resultados.
Pois bem, o laboratório fornece todos os exames menos um. HIV. A ideia é que o teste de HIV é muito "pessoal" para ser disponibilizado online (?) e, portanto, o paciente precisa se direcionar ao laboratório para encarar enfermeiros, atendentes, seguranças e uma recepção lotada. Mas ok.
Cheguei ao laboratório, me dirigi ao quiosque de Entregas, onde uma enfermeira sexagenária estava sentada ao computador.
- Boa tarde. Vim apanhar o resultado de um exame.
- Me dê o recibo do seu pedido.
(Entrego o papel com o número do meu pedido e todos os exames que foram feitos).
- Você quer que eu imprima todos?
- Não, não. Só o de HIV.
- Certo, só um minuto. JUSTINIANO, IMPRIME AQUI ESSE EXAME DE HIV!
(30 cabeças de "clientes" se viram indiscretamente pro quiosque de Entregas. Julia sorri simpaticamente para o público. 4 minutos eternos se passam. A atendente vai buscar cafézinho, volta com algumas bolachas).
- Tá aqui. Deu negativo. (farelo de bolacha pra todo lado)
Realmente, uma maneira bem privada e pessoal de receber um resultado.
Com a promessa - desde fevereiro - de levar esses exames na minha próxima visita à obstetra, fiquei comprometida a imprimir ou apanhar os resultados ainda essa semana. Eis que descubro que o laboratório onde fui drenada de sangue disponibiliza os exames online! É um processo bem simples: você entra no portal do laboratório, fornece o número do seu pedido (que lhe é entregue no momento em que os exames são feitos) e sua senha, baixa o arquivo e imprime pra levar pro médico. Uma maneira bem privada e legal de se obter os resultados.
Pois bem, o laboratório fornece todos os exames menos um. HIV. A ideia é que o teste de HIV é muito "pessoal" para ser disponibilizado online (?) e, portanto, o paciente precisa se direcionar ao laboratório para encarar enfermeiros, atendentes, seguranças e uma recepção lotada. Mas ok.
Cheguei ao laboratório, me dirigi ao quiosque de Entregas, onde uma enfermeira sexagenária estava sentada ao computador.
- Boa tarde. Vim apanhar o resultado de um exame.
- Me dê o recibo do seu pedido.
(Entrego o papel com o número do meu pedido e todos os exames que foram feitos).
- Você quer que eu imprima todos?
- Não, não. Só o de HIV.
- Certo, só um minuto. JUSTINIANO, IMPRIME AQUI ESSE EXAME DE HIV!
(30 cabeças de "clientes" se viram indiscretamente pro quiosque de Entregas. Julia sorri simpaticamente para o público. 4 minutos eternos se passam. A atendente vai buscar cafézinho, volta com algumas bolachas).
- Tá aqui. Deu negativo. (farelo de bolacha pra todo lado)
Realmente, uma maneira bem privada e pessoal de receber um resultado.
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Lia na CPF 2012
Lia já participa da Copa Paulo Francis de futebol e jornalismo!
Apesar de ser proibida de jogar (por frescura alheia), ela é ávida torcedora! Se pintou e tudo pra ocasião.
Pra homenagear a mascotinha (e mexer mais ainda com a grávida emotiva), o time preferido de Lia se juntou e "engravidou" para uma foto-recordação. Uma linda demonstração de carinho que só deixa a mãe de Lia ainda mais apegada a essa maior-copa-de-todos-os-tempos e a essa turma besta. Vai ter lugar de destaque no quartinho (e no coraçããããão mimimi) do bebê =)
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Reflexões de Nininha
- O que tem dentro da barriga de tia Julia, Nininha?
- Um bebê!
- E como é o nome do bebê?
- É Lia.
- E Lia é o que de Nininha?
(pausa para reflexão)
- É filha?
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Alguma mudança?
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